26/01/2010

Evolução (vídeo)


530 milhões de anos transformados em um vídeo de 5 minutos. Espero que gostem assim como nós gostamos deste vídeo muito interessante e fascinante






Video e documentário de Carl Sagan mostrando a evolução dos seres vivos, as características que são herdadas e a seleção natural do meio.

23/01/2010

Evolução Biológica

Numa visão fixista, as espécies não sofrem quaisquer alterações e surgiram independentes umas das outras, num mundo igualmente estático...
Já o evolucionismo diz que as espécies estão profundamente relacionadas entre si, tendo origem umas das outras, a partir de um ser ancestral comum...

Existem duas hipóteses na tentativa de explicar a origem dos eucariontes:
-Hipótese Autogénica
-Hipótese Endossimbiótica






Modelo Autogénico:
A Hipótese Autogénica admite que a célula eucariótica terá surgido a partir de organismos procariontes, por invaginações sucessivas de partes da membrana plasmática, seguidas de especialização. Essas invaginações terão acabado por se isolar, originando membranas internas.

»Origem da membrana nuclear e dos organelos membranares - Invaginações da membrana plasmática.
»Origem de mitocôndrias e cloroplastos - Porções de material genético que abandonaram o núcleo.

Argumentos a favor do modelo Autogénico:
»É apoiada pelo facto das menbranas intracelulares das células eucarióticas manterem a mesma assimetria que se verifica na menbrana citoplasmática.






Modelo Endossimbiótico:
A Hipótese Endossimbiótica admite que as células eucarióticas são o resultado da associação simbiótica entre vários ancestrais procariontes. Este modelo defende que o sistema endomembranar terá surgido de invaginações da membarana plasmática e que as mitocôndrias e cloroplastos se desenvolveram a partir de células procarióticas que permanecerem em simbiose no interior de células procarióticas hospedeiras, resistindo à digestão.Os cloroplastos ter-se-ão originado a partir de procariontes fotossintéticos; as mitocôndriasseriam procariontes heterotróficos aeróbios.

»Origem da membrana nuclear e dos organelos membranares - Invaginações da membrana plasmática.
»Origem de mitocôndrias - Simbiose com procarionte heterotrófico aeróbio.
»Origem de cloroplastos - Simbiose com procarionte autotrófico.

Argumentos a favor do modelo Endossimbiótico:
»Mitocôndrias e cloroplastos assemelham-se a bactérias, na forma, tamanho e estruturas membranares;
»Cloroplastos e mitocôndrias produzem as suas próprias membranas internas, dividem-se independentemente da célula e contêm DNA em moléculas circulares, não associado a proteínas;
»Os ribossomas dos cloroplastos e mitocôndrias são mais semelhantes aos dos procariontes do que dos eucariontes;
»As relações de endossimbiose são comunse verificam-se actualmente.






Alguns investigadores apresentaram um modelo que pretendia conciliar os dois modelos principais, dando origem ao modelo 3. Neste modelo admite-se que o núcleo das células eucarióticas poderia ter surgido por invaginações da membrana plasmática que envolveram o ADN, conforme o modelo autogenético.




Fontes: http://pt.wikipedia.org/wiki/Teoria_endossimbi%C3%B3tica

20/01/2010

Evolucionismo

Pode parecer estranho mas é de facto fascinante o facto de todos nós termos origem de um ser comum, ou seja temos um antepassado igual ao de um caracol que nos dias de hoje somos seres completamente diferentes, mas de facto todas as espécies têm origem do mesmo ser....

Mas nem toda a população acredita nesta teoria do evolucionismo, por exemplo quando tentamos explicar às nossas avós a origem da vida o que elas nos respondem é "Deus criou o mundo!", nós consideramos isto uma barbaridade mas de facto a infância religiosa que estes tiveram explica esta opinião, isto reflecte-se ao facto de a maneira de pensar das pessoas derivar do ensinamento que temos e das teses que nos fazem acreditar.


11/01/2010

2º Perído (Ínicio)

Uma etapa já está completa chega a hora do 2º Período o que será que nos espera...

14/12/2009

13/12/2009

Reprodução Sexuada

Reprodução sexuada nas plantas com flor (clique para ampliar)

A reprodução sexuada está dependente da fecundação, ou seja, da união de duas células especializadas, denominadas gâmetas. Durante a fecundação ocorre a cariogamia, isto é, a fusão dos núcleos dos gâmetas. Desta união resulta uma célula chamada ovo ou zigoto que, por mitose sucessivas, origina um indivíduo com características resultantes da combinação genética dos gâmetas dos progenitores.
Como da fecundação tem de resultar um ovo diplóide, isto é, com o número normal de cromossomas da espécie (2n), é necessário que cada gâmeta seja haplóide, ou seja, tenha metade do número destes cromossomas (n). Por este facto os gâmetas são formados através de um tipo especial de divisão celular que se chama meiose.
A meiose é, então, um processo de divisão celular a partir do qual, uma célula diplóide (2n) origina quatro células haplóides (n), isto quer dizer que, as células-filhas apresentam metade do número de cromossomas da célula-mãe.

Existem vários tipos de ciclo de vida:

-Ciclo Haplonte (Espirogira)
A espirogira é uma alga de água doce. Reproduz-se assexuadamente, por fragmentação, em condições favoráveis. Os filamentos celulares quebram, originando fragmentos que, por divisões sucessivas das células, regeneram novos tecidos.
Quando as condições são desfavoráveis, a espirogira reproduz-se sexuadamente.

Processo de reprodução sexuada da espirogira:


Neste ciclo de vida, ocorre uma alternância de fases, devido à meiose e fecundação (reprodução sexuada): uma fase haplóide (n) em que apenas pertence uma célula haplóide, que é o filamento que constitui a espirogira; uma fase diplóide (2n) que é constituida apenas pelo ouvo ou zigoto, que é a única célula haplóide.


(tópico por finalizar...continua)


Bibliografia:
Silva, A.D. et al, Terra, universo de vida 11, Porto Editora, Porto, 2008




Trabalho realizado por:

Ciclo de Vida do Polipódio (haplodiplonte)

(clique para ampliar)

O polipódio é um feto cuja planta adulta constitui o esporófito. Este pode reproduzir-se assexuadamente por multiplicação vegetativa, através dos rizomas e também por reprodução sexuada. A reprodução sexuada inclui sempre alternância de duas fases nucleares, a haplofase e a diplofase, ambas pluricelulares, e que correspondem, respectivamente à geração gametófita (fase do ciclo da vida de um ser que se inicia com os esporos e termina com a fecundação. Nesta fase ocorre a produção da gâmetas e coincide com a haplofase) e à geração esporófita (fase do ciclo de vida que se inicia com o zigoto e termina com a meiose. Nesta fase ocorre a produção de esporos e coincide com a diplofase). Por este facto, os seres deste reino são haplodiplontes.
A meiose é pré-espórica por ocorrer aquando da formação dos esporos. Os esporos são células haplóides que, por germinação, originam o gametófito, onde se formam os gâmetas.
Da fecundação resulta o ovo ou zigoto, que por mitoses sucessivas origina o esporófito, entidade diplóide, onde se formam os esporos.


Os fetos são plantas vasculares (com vasos condutores de água e açúcares), as primeiras a apresentar verdadeiras folhas, o que os torna muito melhor adaptados à vida em meio terrestre que as Briófitas. Por este motivo, apesar de preferirem ambientes húmidos e sombrios, para os quais estão particularmente bem adaptados, conseguem sobreviver em zonas áridas. No entanto, nessas condições apenas se reproduzem sexuadamente na época das chuvas.
No polipódio o esporófito encontra-se representado pela planta adulta. Em determinadas alturas do ano observam-se na página inferior das folhas pontuações granulosas, denominadas soros, que são grupos de esporângios.


Estes contêm células-mães dos esporos que, por meiose pré-espórica, originam esporos morfologicamente iguais. A ruptura do esporângio permite a dispersão dos esporos, que caindo na terra germinam e dão origem ao protalo (gametófito).

O protalo possui vida livre mas muito limitada. Nesta altura diferenciam-se anterídios e arquegónios que originam, respectivamente, os anterozóides flagelados e as oosferas. A fecundação, dependente da água, origina um ovo ou zigoto, que inicia a geração esporófita correspondente à diplofase. Do desenvolvimento do ovo surge a planta adulta, que é a entidade mais representativa daquela geração.




Aqui ficam alguns esquemas para uma melhor interpetação deste ciclo:








Bibliografia:
Silva, A.D. et al, Terra, universo de vida 11, Porto Editora, Porto, 2008




Trabalho realizado por: